segunda-feira, 22 de outubro de 2012

E jogamos tudo fora.
Como se esse TUDO não tivesse representado NADA.
Que Erro! =/

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Reaver....


Não quero te dar a certeza da existência deste sentimento. Sei que preciso arrancar-lhe do coração, esquecer a nossa história mal escrita. Mas diga-me como farei isso? Se a cada passo que dou, a cada acorde, a cada ritmo, vem seu nome em minha cabeça dançar. As nossas músicas, e as que não são mais exclusivamente nossas também, nos embalam e levam nossas almas a uma mesma sincronia. Verdadeiramente ao desviar-lhe o olhar, ao abaixar minha cabeça é para que não percebas que ainda sinto (...) e ainda estou tentando te esquecer. Se faço algo para lhe encher de ciúmes, me agradas de maneira simples e me puxa de volta, minha fragilidade permite que isto aconteça, e a cada reaver corresponde um reascender, um reascender da esperança, da mesma que você já ousou decepar.

sábado, 13 de outubro de 2012

Não tente cortar minhas asas quando eu começar a voar, pois lhe mostrarei a habilidade que tenho com as pernas e se arrependerá de as ter cortado.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Os próprios erros ninguém há de contar. 

Mas as proezas meu caro, é de brilhar os olhos dos ouvintes!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012


Como já te disse a sua ausência me fere o peito feito uma lança, a incerteza me envolve e me sufoca, a distância, aaaaaaaa como és maldita, e as impossibilidades são variadas. A última vez que te vi foi ontem, mas não aparenta. Estava frio e você me aqueceu. Não conseguia pensar em outra coisa, eu senti algo muito forte dentro de mim, como luzes que formavam seu nome e piscavam na escuridão. Meu amado marcado com o Olho do filho de Hórus, meu resumo de proteção e sublime força. Fez eu me render, e lhe amei como se fosse o único, suas mãos me dominavam, já as minhas perderam toda a força. Tive medo, não havia planejado nada, mas vivemos aquele momento, como se estivéssemos seguindo perfeitamente a um script. Até que te olhei e me peguei cantando em mente “não, não fuja não, finja que agora eu era o seu brinquedo, eu era o seu pião, o seu bicho preferido”, pois me senti segura ao seu lado. Fui sua e apenas sua. E quando nos abraçamos frente ao espelho, eu desejei uma máquina fotográfica em mãos para registrar o abraço mais envolvente e protetor que recebi. Foi como um sonho e cabe apenas a nós dois realizá-lo aqui, na Dinamarca ou no Japão... 

Inesperadamente me roubastes o sorriso mais verdadeiro, trouxeste a sensação de um beijo inocente e me fizera aceitar coisas, as quais eu realmente não queria e por sua causa acabei aceitando e gostando. Sua presença tornou tudo diferente e sua ausência começara a ter o mesmo efeito de uma lança atirada ao meio de meu peito. Quando ouço seu nome me vem significados como confusão interna, sorriso lindo e abraço aconchegante.
Realmente! É um verdadeiro conflito que se edifica dentro de mim, minhas pernas se enfraquecem, meus olhos querem apenas lhe admirar, meus lábios desejam acariciá-lo e minhas mãos insistem em querer lhe cobrir de beijos.
Essa sua presença, esse seu jeito, esse seu sorriso, esse você. No momento é indispensável para que, o que acontece faça todo o sentido.
Ah! Como rogo a nosso Deus, para que isso não se acabe, que esta zona de conforto seja adornada com formosas margaridas e que eu continue sendo sua menininha até me tornar uma mulher, a qual se amadurecerá e irá completá-lo integralmente.