Como o vento leva as folhas. Eu
me (re)embarco nos sentidos.
Nos sentidos dos sentidos, no que
eu sinto e no que eu penso, o que foi e o que vem sendo, e as vezes eu
simplesmente invento.
Como uma viagem pelas estrelas ou
um passear pelo mar. Toda imaginação é
uma imensidão. Imaginação é coisa de criança, de quem sente e acredita na
bondade. Criança é o resto de alegria que fica dentro de nós. Algumas
sobrevivem com doses pequenas de atenção, outras perecem e algumas se encarnam
em adultos.
Refiro-me ao aspecto ingênuo da
criança, aquele que não pode ser tirado de ninguém e muito menos esquecido. E é
o mesmo que ainda me motiva a escrever.

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