sábado, 22 de dezembro de 2012

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante...


Talvez eu realmente não seja normal, mas isso não importa tanto. Me sinto bem sozinha, sem relacionamentos duradouros e sem depender de homem algum pra sobreviver, nunca dependi, só devo obrigações a Deus, a meu pai e talvez futuramente a um filho, mas nunca a algum parceiro. Talvez eu seja mesmo assim, como muitos julgam: “Egocêntrica demais!” Se eu não pensar em mim quem vai pensar? Tenho poucos amigos verdadeiros e minha família, acho que já basta. Qual o problema de eu possuir limites? Gosto deles, sou um pouco imatura e limites sempre ajudam nisso tudo. E se eu não vou aonde todos vão, se eu não curto o que muitos curtem, se eu não ajo de acordo com o padrão de mulher perfeita, afeta alguma coisa? Sou diferente por que não gosto que tudo seja igual, ingênuo e constante. Gosto muito de mudanças. Sou difícil de definir e de entender também...

Como rei Raul cantava...
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo...

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